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Goris

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Sobre Goris

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    Brekgrounder Elite - Bronze Warrior!
  • Data de Nascimento October 21

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    Male
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    Somewhere over the rainbow

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  1. O incrível caso do escravo fujão que quase foi parar em CuritibaCardoso 22/06/2020 A noção que a gente tem de escravidão no Brasil vem basicamente de desfiles de escola de samba e novelas da Globo, com aquela clássica imagem de negros descamisados presos com grilhões e vivendo em senzalas acorrentados, mas a realidade, como sempre, é bem mais complexa.Nos EUA a gente imagina a mesma coisa, com um pouco mais de roupa e o Django eventualmente libertando todo mundo, e um viajante do tempo millenial se surpreenderia com escravos andando normalmente nas ruas, vivendo suas vidas e inclusive morando em suas próprias casas. O que não quer dizer que fosse uma vida fácil. O sujeito ainda era propriedade de alguém, e se fugisse a punição seria severa. Pra piorar, o dono do escravo costumava colocar o cara pra trabalhar e exigia uma gorda fração do salário dele. Mais ou menos como um trabalhador terceirizado de hoje em dia.Ou seja: O escravo tinha que trabalhar feito um escravo pra pagar aluguel, comida, roupas E o percentual do patrão.Não que algum fosse bonzinho mas alguns donos de escravos eram especialmente filhos da puta, como o dono de Henry Brown. Filho de escravos, segundo a Lei do Ventre Preso Henry Brown nasceu em escravidão em 1816, em uma fazenda no Condado de Louisa, Virgínia. Talvez por usar o método Paulo Freire, seu patrão nunca espancou ou deixou seus escravos passarem fome, mas -de novo- não deixou de ser um FDP.Henry trabalhava em uma tabacaria, mas o patrão ficava com parte do salário. Um dia ele pediu permissão para casar-se, recebeu e se embolou com uma moça chamada Nancy, com a qual teve três filhos. O patrão então começou a chantagear Henry, dizendo que se ele não pagasse determinada quantia todo mês, iria vender Nacy e os pirralhos para outra fazenda.Ou melhor, para ser honesto nem foi o patrão, foi a mulher dele quem organizou a chantagem. Ele foi só ***-mandado.Vendo sua esposa de 12 anos grávida (nota: Não cancelem Henry, a esposa não tinha 12 anos, eles eram casados há 12 anos) (nota da nota: Há ou à? Tanto faz, você entendeu) ser levada embora para sempre fez algo estalar na mente de Henry Brown.Ele decidiu que não iria mais ser escravo de ninguém, e começou a pensar em formas de escapar para os Estados do Norte, aonde escravidão era ilegal.Era o chamado Antebellum, o período pré-Guerra Civil, então não havia ainda confusão de fronteiras, as forças da Lei estavam de olho, era muito complicado para um escravo escapar sem ser visto.Henry então teve uma idéia: Usar o Sistema contra o Sistema. Primeiro ele contactou por carta um grupo abolicionista na Pennsylvania. (sim, escravos podiam trocar correspondência com quem quisessem) Passmore Williamson, abolicionista, preso por se recusar a entregar uma escrava e seus dois filhos. Não se preocupe vão derrubar a estátua dele também.Com ajuda de James C.A. Smith, um negro livre local e Samuel Smith, um sapateiro branco e personagem de filme que conhece todo mundo e arruma qualquer esquema, Henry empregou o equivalente hoje a US$2643 para viabilizar seu plano.Eles conseguiram um marceneiro para projetar e construir uma caixa com buracos para respiração e estrutura para suportar o peso de um homem adulto. No dia da fuga Henry Brown se queimou propositalmente com ácido sulfúrico, para pedir o dia de folga. (fábricas de tabaco em 1849 ainda não tinham banco de horas)Ele entrou na caixa, levando apenas água e bolachas. Ela foi fechada com pregos e correias, e despachada pela Adams Express Company para o endereço de Passmore Williamson, um abolicionista na Filadélfia.Saindo de Richmond, Virgínia, são 398Km até a Filadélfia, mas como as autoestradas de 1849 eram tão inexistentes quanto os aeroportos, a viagem levou 27 horas, um tempo ainda melhor do que a maioria das minhas encomendas que fazem o trecho Rio-São Paulo. A caixa tinha vários avisos de “este lado para cima” e “cuidado, frágil”, mas claro que ela foi tratada com o mesmo cuidado e atenção que sua bagagem em uma United da vida (sorry, Lito). Henry viajou, às vezes de cabeça pra baixo de carroça, trem, vapor, carroça, trem, barca, trem e carroça, até chegar ao destino e sair triunfante da caixa, na frente de um grupo de abolicionistas. Eu gostaria sinceramente que ele tivesse dito “Tadá….” mas suas primeiras palavras foram “como estão, cavalheiros?” seguidas de um salmo da bíblia, que quase com certeza infelizmente não era Ezequiel 25:17. TADÁÁÁÁ!!!!Ele se tornou palestrante, se apresentando em eventos de grupos anti-escravidão, contando sua história e divertindo platéias com sua mirabolante fuga, que fez todo mundo do Sul de ******.Aos poucos Henry foi incorporando novos feitos às suas histórias, mas em 1850 ele fez seu melhor truque, desapareceu. Foi o ano em que os Estados do Norte, tentando evitar uma Guerra Civil aceitaram a criação do Fugitive Slave Act, uma legislação que é considerada uma das causadoras da Guerra Civil. Ops. Segundo a Lei escravos fugitivos poderiam ser capturados mesmo nos Estados aonde escravidão era ilegal, e as autoridades locais deveriam colaborar na busca e apreensão dos fujões.Sem pensar duas vezes, Henry “Box” Brown, como era conhecido agora se mandou pra Europa, aonde se apresentava reencenando sua história para uma sociedade encantada com a inventividade, chocada com a escravidão e que não aprenderia NADA, repetindo nos próximos anos os mesmos erros e barbarizando nas colônias da África, né, Leopoldo?Como ao contrário da militância de 2020 Henry não acreditava que miscigenação era genocídio, ele acabou se enrabichando por Jane Floyd, uma moça branca, filha de um metalúrgico, e em 1855 eles se casaram.Henry continuou com seus shows, escreveu sua autobiografia e começou a incorporar mágica e hipnotismo em seu ato. Ela gostava de usar roupas espalhafatosas e se vender como Príncipe Africano, enquanto hipnotizava a platéia e fazia voluntários latirem ou cacarejarem. Com o fim da Guerra Civil ele e a nova família se mudaram para o Canadá, aonde Henry Brown viveu feliz e em paz, fazendo seus shows e palestras, até morrer aos 81 anos em 1897.Reza a lenda que três escravos brasileiros tentaram escapar da mesma forma que Henry Brown. Dois ainda estão em Curitiba, o terceiro ainda não saiu de Cajamar. Pensa na tonteiraFonte: Contraditorium
  2. Eu sabia que Alexandre Dumas era negro (antes de assistir Jango Livre) mas não que seu pai era alguém tão importante.
  3. O "Demônio Negro". Seu pai era um aristocrata francês e sua mãe era haitiana. Ele foi criado de forma tipicamente aristocrata e seu pai não economizou em seu treinamento e educação militar. Para um homem do século XVIII, ele aparentava ser um temível gigante. Tendo 1,85 metro de altura e uma força insana, Thomas-Alexandre Dumas era como Hércules. Durante a Revolução Francesa, ele se alistou no exército francês e rapidamente subiu na hierarquia devido a suas habilidades com a espada, sua força e sua engenhosidade em táticas de batalha. Ele obteve glória, fama e todos em Paris conheciam seu nome. Aqui segue uma lista de seus feitos: Derrotou sozinho uma dúzia de soldados austríacos, capturou outra dúzia como prisioneiros e conduziu-os para seu acampamento. Ele repetiu tal feito posteriormente e capturou outros 16. Thomas-Alexandre Dumas não tinha medo de ir à linha de frente para conduzir seus homens em batalha. Ele conseguiu derrotar um pelotão de cavalaria austríaca, capturou uma cidade inteira e levou consigo em torno de 1500 prisioneiros em um único dia! Quando seu cavalo foi atingido, o general durão se recusou a ser abatido e usou o cadáver de seu cavalo como cobertura contra tiros de mosquete. À medida que soldados avançavam para sua posição, ele os abatia com seu sabre e conseguiu conter a cavalaria inimiga até a chegada de reforços. Ele salvou a vila de sua futura esposa durante a Revolução Francesa, e foi assim que eles se encontraram e se apaixonaram. Por causa de suas proezas em combate e sua reputação como excelente tático militar, Dumas tornou-se um general na campanha de Napoleão no Egito. Durante uma revolta concentrada na Grande Mesquita do Cairo, ele capturou a Grande Mesquita e dispersou os rebeldes. Napoleão admirou esse feito, mas teve inveja ao mesmo tempo. Posteriormente, Napoleão comissionou um artista para pintar essa vitória histórica, porém removeu o general Dumas e fez-se ser retratado como o invasor da mesquita. A Revolta de Cairo teria precisão histórica se fosse um homem negro carregando o sabre. Comparado à baixa estatura de Napoleão, Dumas era uma figura imponente e isso despertava inveja. O oficial médico chefe escreveu que os egípcios se espantavam quando viam Napoleão por ele "ser tão baixo e esguio". Em comparação, ele escreveu que Dumas, com seu porte físico robusto e montado em seu cavalo, aparentava ser formidável, como um centauro. A população, em algumas ocasiões, erroneamente supunha que ele era o líder da expedição. Diferente dos lacaios de Napoleão, Dumas não tinha medo de expor seus pensamentos e criticou a campanha egípcia, especialmente após o almirante Nelson ter derrotado a marinha francesa. Após uma longa discussão, Dumas deixou a campanha egípcia para retornar a França, mas foi capturado a bordo de seu navio e esteve preso por dois anos. Após sua soltura, Napoleão continuou ressentido e bloqueou qualquer assistência financeira a Dumas e sua família. Quando um dos generais de Napoleão trouxe o nome de Dumas em uma conversa, Napoleão pisou fortemente em seu pé e disse, "Eu o proíbo de dirigir a palavra a mim a respeito desse homem". Thomas-Alexandre Dumas morreu em 1806, mas o esforço de Napoleão de apagar seu legado não teve frutos. Antes de morrer, ele iria contar a seu filho, Alexandre Dumas, histórias sobre seus dias heroicos e aventureiros. Este filho cresceu e se tornou o renomado e celebrado autor de "Os Três Mosqueteiros" e "O Conde de Monte Cristo". Alexandre Dumas ressuscitou seu pai em histórias de glória, honra e heroísmo. Fonte: Quora
  4. Algumas vezes, as pessoas mal-intencionadas usam de um ardil simples, porém eficaz: Dizem ser ou crer numa coisa mas no fundo, são ou defendem o exato oposto, mas usam sua "missão" para provar que eles são aquilo. Por exemplo, o Partido Nacional Socialista, de Hitler. O Partido dos Trabalhadores, de Lula, as Repúblicas Democráticas dos países comunistas... Pois bem, os Antifas são um grupo político que se assume como antifascistas mas literalmente é um partido fascista em todos os seus atos e modos de agir. Eles usam do nome Antifas para não serem chamados de fascistas, enquanto agem como fascistas, até mesmo tomando conta de várias áreas dos EUA e implantando uma lei marcial nestes locais, enquanto usam de armas de fogo para promover seu controle nestes locais. Nas redes sociais, há duas posições. Ou você é claramente antifascista ou você é fascista. Não existe meio termo! Nisso, se você não concorda com algum termo deles, é perseguido e pode até mesmo perder o emprego. Uma tática especialmente fascista é, se um ator ou atriz não declara oficialmente seu apoio, eles vão aos milhares no perfil da pessoa e exigem que ela se posicione. E, se ela não se posicionar como eles querem, vão nos estúdios e diretores que trabalham com essa pessoa e ameaçam não consumir seus produtos se tais pessoas fascistas estiverem lá. Praticamente um Macartismo anos 20. O.que vocês pensam do assunto?
  5. Sim, já tinha ouvido falar de outros, mas há tanto tempo atrás que um novo sempre surpreende.
  6. Goris

    ERRO EM BREKGO.COM

    Hua hua hua. Ainda bem que não tava bebendo nada, senão ia cuspir no teclado. Boa, Paladino.
  7. Fiquei surpreso com a notícia. Que demore outra década ou mais pra novas ocorrências e que ela encontre um país mais preparado.
  8. Isso! O problema é que no Rio, quase nunca tem bons candidatos. Corre o risco dele ser eleito por absoluta falta de opções.
  9. Goris

    ERRO EM BREKGO.COM

    Percebi que o fórum tá estranho. Houve alguma alteração de skin? Inclusive tive que ligar de novo.
  10. Aqui no Rio, governador ajudou decretando quarentena e fechando metade da cidade. Os bônus foram ele poder roubar adoidado, superfaturando tudo, destruir a economia pra dizer que a culpa é do presidente e ter muitos mortos para também jogar na conta do presidente. O cara é o um dos maiores burros que eu conheço. Era ele se manter neutro, fingindo ser aliado do Bolsonaro, fazendo o servido de prender bandido, não seria presidente em 2022 mas 2026, sem Moro, teria essa possibilidade.
  11. Que bom mesmo. Ouvimos falar de muita coisa fechando aqui na cidade. De pequenas a grandes empresas. Se essa ajuda permitir permanecer mais alguns meses, pode ser a diferença pra muita gente.
  12. A humanidade se divide em três. Os que tem problemas e querem, de todas as formas, deixar de ter. Os que tiveram problemas e estão felizes de não ter mais. Os que não tiveram problemas e querem criar problemas para saber como é.
  13. As pessoas não aprendem. O Homem Laranja é aquela figura que surge pra causar comoção. Um idiota ainda vai matar ele ou, na tentativa de o remover do poder, criar o próximo Hitler. E nem duvido que esse novo Hitler surja como herói pra mudar o mundo. A história é cíclica. Ops, mas não é o tema do topico.
  14. Peraí, o Allo é se 2016? E o Brek postou agora?
  15. Alarme falso, próxima explosão dele só lá pra 44, pra expiar a humanidade pelos anos 40 do século passado
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