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Poemas e Canções para refletir...

Maressa Kristorm

875 visualizações

Começarei com esse poema que fala muito ao meu coração e essa canção Quase um Segundo que amo!

Texto de Luís Antônio Gasparetto

Eu e você frente a frente...
É o medo e o desejo;
É a desconfiança e a esperança;
É o grito e o silêncio;
É o gelo derretendo no fogo...
Eu e você frente a frente
É ter sempre que me confrontar;
Encarar os meus erros e as minhas razões...
As minhas verdades e as minhas ilusões;
Meu poder e a minha impotência;
A minha liberdade e os meus limites...
Quando eu to na sua frente,
Eu sinto toda a minha dor,
Mas só na sua frente eu posso sentir todo o meu amor.



9 Comentários


Recommended Comments

Em 12/11/2018 at 17:38, Ursozord disse:

Super relaxante e verdades na vida!

Sim ,eu algumas canções e poemas soam muito forte!

Essa canção Trem Bala cantei num recital musical...fala muito aos nossos corações

Papas da Língua cantando Eu Sei nessa versão fica enebriante...

 

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Regras para ser uma pessoa MUITO especial! 
A imagem pode conter: texto
Achei bem simples e interessantes essas regras...
Regras para ser uma pessoa MUITO especial! 
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Amo essa canção e uma vez aconteceu algo parecido comigo...

Eu dava aulas numa varanda e sempre tive por hábito chupar pirulitos ,gosto muito mesmo e estava com um na boca escrevendo no caderno de uma aluna , quando veio em beija-flor e encostou na minha boca por causa do doce...todos ficaram assustados eu achei que era morcego ,pois aqui tem muito ,mas foi tão rápido que levei um susto e recuei o rosto ,depois rimos muito.

Segue então minha história em canção a todos meus amados Breks!

 

02 Ai Que Saudade d'Ocê.wma

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ISSO É AMOR...

 

Quando é correspondido

Modifica toda vida

É a emoção mais completa

Mais perfeita e mais querida

 

Uns ficam até doente

Tamanha a emoção

Olham, pensam e nem sentem

Que o tempo não pára não

 

Não depende da idade

Cor, aparência ou religião

Começa no seu hipotálamo

E desce para o coração.

K.G

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Repente nordestino

A vida muito se parece

Com a geografia da letra S

Uma ponta vai subindo

A outra sempre desce

E a curva que tem no meio

Ninguém sabe o que acontece!

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Achei interessante...

25 expressões populares brasileiras e suas origens

Você sabe o que quer dizer quando "tudo acaba em pizza"? E "fazer vaquinha", você sabe o que é? Conheça a origem de 25 expressões populares brasileiras.

 

25 expressões populares brasileiras e suas origens

Você sabe o que quer dizer quando "tudo acaba em pizza"? E "fazer vaquinha", você sabe o que é? Conheça a origem de 25 expressões populares brasileiras.


Por Thamyris Fernandes

06/11/2017, 21h25

Assim como algumas palavras que já mostramos aqui (clique para relembrar), existem algumas expressões populares que fazem parte de nosso dia a dia e que a gente nem imagina como surgiram e, muitas vezes, nem o que significam.

Um bom exemplo dessas expressões populares, são aquelas que têm um dublo sentido, um significado oculto por trás das palavras e que se referem a coisas que só quem nasceu aqui (ou onde os ditados tiveram origem) entendem.

“Fazer uma vaquinha”, “terminar em pizza”, “a cobra vai fumar” são apenas algumas dessas expressões que você vai conferir na lista abaixo.

Como você mesmo já teve ter percebido, muitas dessas expressões têm sentidos bem conhecidos, mas que pouca gente sabem como surgiram. É isso que vamos descobrir hoje, a seguir.

Confira a origem de algumas expressões populares do Brasil:

1. Fazer vaquinha

Como todo bom brasileiro, essa é uma das expressões populares que mais devem fazer parte da sua vida. Mas, esse não é um ditado atual.

A expressão foi criada pela torcida do Vasco, na década de 1920, quando os torcedores arrecadava dinheiro para distribuir entre os jogadores, caso vencessem o jogo com um placar histórico.

O valor era inspirado em números do jogo do bicho, por exemplo: vitória por 1 x 0 rendia um coelho, número 10 no jogo e que representava, em dinheiro, 10 mil réis. A vaca era o número 25 no jogo e, portanto, representava 25 mil réis, o prêmio mais cobiçado pelos jogadores.

2. Chorar pitangas

Quer dizer se queixar. O livro Locuções Tradicionais do Brasil diz que essa frase surgiu inspirada na expressão portuguesa “chorar lágrimas de sangue”. A pitanga, vermelhinha, seria como a lágrima de sangue.

3. Arroz de festa

A expressão se refere ao arroz doce, que durante o século 14 era uma sobremesa praticamente obrigatória nas festas, tanto para portugueses quanto para brasileiros. Não demorou muito para a expressão ser usada para se referir àquelas pessoas que não perdem uma só “boca-livre”.

4. Terminar em pizza

O termo quer dizer que alguma coisa errada vai ficar sem punição e também teve origem no futebol, mais exatamente na década de 1960. Nessa época, um dos dirigentes do Palmeiras estava há 14 horas em uma reunião sobre assuntos do time quando a fome bateu e o encontro “sério” acabou em uma pizzaria.

Foi um jornalista esportivo, chamado Milton Peruzzi, que acompanhava a reunião pelo Gazeta Esportiva, que usou a expressão pela primeira vez na manchete: “Crise do Palmeiras termina em pizza”.

O termo passou a ser bastante associado à política em 1992, com o impeachment do ex-presidente Fernando Collor. Como o processo de afastamento de um presidente ainda era novidade no Brasil, a maior parte da população não conseguia dizer o termo em inglês, sem contar que muitos não acreditavam que Collor seria realmente punido e acabavam usando a expressão.

5. Matar cachorro a grito

De acordo com o livro O Bode Expiatório 2, do professor Ari Roboldi, cachorros conseguem ouvir sons inaudíveis para o ouvido humano, tanto de baixa quanto de alta frequência.

Com uma audição sensível dessa forma, os animais poderiam realmente morrer por causa dos sons audíveis. Isso aconteceria porque, aflitos os cães seriam capazes de se chocar contra a parede até a morte.

6. Chato de galocha

Para quem não sabe, galocha é uma espécie de bota de borracha que se calça por cima dos sapatos em dias chuvosos. Como o calçado, que existe para reforçar os sapatos, esse tipo de chato seria reforçado, quase insuportável e super resistente.

7. Amigo da onça

Amigo da Onça era um personagem criado pelo chargista Andrade Maranhão para a revista O Cruzeiro. A charge circulou de 1943 a 1961 e se tratava sobre uma pessoa que sempre dava um jeito de levar vantagem sobre as outras, colocando seus amigos em situações embaraçosas.

8. Paredes têm ouvidos

Outra das expressões populares muito usadas no Brasil, dizer que as paredes têm ouvidos quer dizer que alguém pode estar ouvindo a conversa. Em alemão, francês e chinês existe ditados bem parecidos com este e com o mesmo sentido, como: “As paredes têm ratos e ratos têm ouvidos”.

Há quem diga também que essa foi uma expressão usada para se referir à rainha Catarina de Médicis, esposa do rei da França Henrique II, que era perseguidora dos huguenotes e chegou a fazer furos nas paredes do palácio para ouvir o que as pessoas das quais suspeitava estavam dizendo.

9. Custar os olhos da cara

Dizem que a expressão surgiu em referência ao espanhol Diego de Almagro, que viveu entre os anos 1479 e 1538. Ele foi um dos conquistadores da América e teria perdido os olhos quando tentava invadir uma fortaleza inca.

Ele próprio teria dito que defender os interesses da coroa espanhola teria custado seus olhos da cara, ao falar sobre o assunto ao imperador Carlos I, da Espanha.

10. Salvo pelo gongo

Ao que tudo indica, a expressão teve origem nas lutas de boxe, já que o pugilista prestes a perder pode ser salvo pelo soar do gongo ao fim de cada round.

Mas, claro, existe uma outra explicação possível e mais bizarra que fala sobre uma invenção chamada “caixão seguro”. Esse tipo de urna era usado por pessoas que tinham medo de ser enterradas vivas e que encomendavam caixões com uma corda ligada a um sino fora da sepultura. Se elas acordassem, poderiam dar sinal de vida e ser retirada da cova.

11. Por a mão no fogo

Esse era um tipo de tortura praticada na época da inquisição da Igreja Católica.  Quem pegava esse tipo de castigo por heresia tinha a mão envolvida em estopa e era obrigado a andar alguns metros segurando um ferro aquecido.

Depois de três dias, a estopa era arrancada e a mão do “herege” era examinada: se ainda estivesse queimada, o destino era a forca. No entanto, se estivesse ilesa, era porque a pessoa era inocente (o que nunca acontecia, né?).

É por causa disso que colocar a mão no fogo ou fogo nas mãos virou uma espécie de atestado de confiança.

12. Rodar a baiana

Quem nunca? A expressão quer dizer da um escândalo em público e teria se originado nos blocos de Carnaval do Rio de Janeiro no início do século 20.

Dizem que nessa época, alguns malandros aproveitavam a folia para dar beliscões no bumbum das moças dos desfiles até que capoeiristas passaram a se fantasiar de baianas para proteger as garotas do assédio.

Daí, quando algum engraçadinho desavisado avançava o sinal, levava um golpe de capoeira e, quem estava se fora, só via a “baiana rodar” sem entender direito o que estava acontecendo.

13. A cobra vai fumar

Durante o governo de Getúlio Vargas, em plena 2ª Guerra Mundial, o Brasil tentava se aproximar dos Estados Unidos e, ao mesmo tempo, da Alemanha. Então, passaram a dizer por aí que seria mais fácil uma cobra fumar que o Brasil entrar na guerra.

Mas, a verdade é que acabamos no meio do conflito, apoiando os Estados Unidos. Em resposta aos boatos desaforados, os soltados brasileiros da Força Expedicionária adotaram então como símbolo um escudo com uma cobra fumando.

14. Santo do pau oco

A expressão vem do Brasil colonial, quando os impostos sobre o outro e sobre as pedras preciosas eram muito altos. Então, para enganar a coroa, os mineradores escondiam parte de suas riquezas em santos que tinha abertura na madeira e o fundo oco.

Dessa forma, eles podiam passar pelas Casas de Fundição sem pagar impostos abusivos, já que ninguém dava importância ao santo que estava sendo carregado.

Por causa disso, a expressão “santo do pau oco” virou sinônimo de falsidade e de hipocrisia.

15. Puxa-saco

Essa também é uma das expressões populares mais comuns que usamos e se refere a pessoas interesseiras que tentam agradar alguém, normalmente poderoso ou em nome de algum ganho material.

Esse ditado, segundo dizem, teria nascido nos quartéis brasileiros e era um apelido dado aos soldados de baixa patente que tinham a obrigação de levar sacos de suprimentos durante as viagens e campanhas do exército.

 

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